VELHAS VIRGENS

Dia 27 de proxímo terá aqui no Rio o Show da MAIOR BANDA INDEPENDENTE DO BRASIL, VELHAS VIRGENS,  fato: estarei lá, muito louco por causa de muita cerveja, um pouco da historia desta fantastica da banda para vocês.

Proveniente de São Paulo (capital), o grupo tem dez discos lançados e, gradualmente, tem tomado espaço no cenário musical Brasileiro.

Em 1986, “Paulão” de Carvalho que já tinha tocado na banda “Beba Cerveja E Seus Copos Quebrados”, que era o esboço do que se tornaria a atual Velhas Virgens, conhece Alexandre “Cavalo” Dias. Inicialmente, Paulão tocava baixo e Cavalo guitarra. Chamaram os amigos Rick para assumir a bateria e Celso – irmão do Paulão – para os vocais. Até o final da década de 1980 tocaram em vários lugares, mudando diversas vezes de baterista durante esses anos.

Na virada da década, o vocalista Celso deixa a banda só restando os fundadores, mas logo apareceu Mário Sérgio “Lips Like Sugar” para assumir definitivamente o comando da bateria. Paulão assume os vocais e a gaita, deixando o posto de guitarrista para o recém-chegado Fabiano.

Com essa mudança de formação, a banda passou a flertar mais com o Blues. Gravaram algumas demos e fizeram diversas apresentações. O ano de 1993 marca a saída de Fabiano. Quem assume seu lugar na guitarra é Caio “The Kid” Andrade.

É gravado em 1994 e lançado no ano seguinte o primeiro álbum, intitulado de Foi Bom Pra Você?. Já neste primeiro trabalho está contida uma característica que surgiu na banda a partir de 1990: as letras escrachadas falando basicamente de mulheres, cerveja e Rock ‘n Roll.

Outra marca do grupo foi chamar artistas consagrados para participar de algumas canções. Na estréia encontram-se as presenças de Pit Passarell do Viper, Oswaldo Vecchione do Made In Brazil, Eduardo Araújo da Jovem Guarda e Marcelo Nova do Camisa-de-Vênus. Um disco de estréia bem aceito pelos fãs, com sonoridade voltada para o Rock ‘n Roll clássico e Blues e músicas como “Minha Vida é o Rock ‘n Roll”, “Cerveja na Veia”, “Só Para Te Comer”, “Excesso de Quorum” e “De Bar em Bar Pela Noite”, essa com a participação de Marcelo Nova.

Nesse mesmo ano a dançarina Cláudia Lino passa a acompanhar a banda nas apresentações. Em 1996, as Velhas Virgens assinam com a gravadora Velas, da qual o cantor Ivan Lins é um dos sócios. Também em 1996, a entrada do baixista Edu Gago faz com que Paulão se dedique somente aos vocais e a gaita.

O segundo disco “Vocês Não Sabem Como é Bom Aqui Dentro” é lançado ainda em 1996. Trazendo mais convidados ilustres como Roger do Ultraje a Rigor, que canta com Paulão a sádica “Mulher do Diabo”, que conta ainda com a presença do baixista ex-Ultraje Serginho Petroni.

Rita Lee, que já havia escrito a apresentação do primeiro disco, aparece aqui para cantar a saga noturna de bebedeiras na “Beijos de Corpo”. O guitarrista Sérgio Hinds da banda O Terço deixa sua marca em “Pão Com Cerveja”. Destacam-se ainda as canções “Já Dizia o Raul”, “Vocês Não Sabem Como é Bom Aqui Dentro”, a balada Blues “Não Vale Nada”, entre outras.

1997 é um ano de estrada e fazem mais de 50 concertos pelos estados de São Paulo, Paraná. Minas Gerais e Rio de Janeiro. Até que Lips sofre um acidente de moto e Paulão se machuca jogando bola, o que causa uma parada de dois meses na banda.

Em 1998 sai Edu para a entrada de Tuca “Pés-de-Arara” no baixo, completando a formação que se mantém até os dias de hoje. Iniciam a produção do terceiro disco, Porém nessa época o cenário Brasileiro de Rock não estava em alta, o que dificultava contratos com grandes gravadoras acabam optando por uma produção independente. Cavalo abre sua gravadora, a Gabaju Records, e exatamente em Agosto de 1999 é lançado “$r. $uce$$o”, o terceiro disco.

Com participações como Adriana Lessa, Célso Viáfora, Luís Carlini, Mário Ribeiro, Neto Botelho, o disco vem um pouco mais recheado de baladas e canções críticas. A canção que dá título ao disco, “$r. $uce$$o”, é bem recebida pelos fãs, fazendo uma critica direta ao mercado fonográfico, quanto ao seu lado mercantilista e comercial. Destacam-se ainda “A Minhoca Que Acendia o Rabo”, a bem humorada “Domingo na Praia”, “Essa Tal Tequila” e “O Verdadeiro Amor”.

Continuando até hoje na estrada como a MAIOR BANDA INDEPENDENTE DO PAÍS

Segue abaixo os seus discos e as melhores musicas na minha opinião

  • Foi Bom Para Você? – 1995
  • Vocês Não Sabem Como é Bom Aqui Dentro! – 1997
  • Senhor Sucesso – 1999
  • Reveillon – 2001
  • Abre Essas Pernas Ao Vivo – 2001
  • Com A Cabeça No Lugar – 2003
  • Carnavelhas – 2004
  • Cubanajarra – 2006
  • Nós Somos As Velhas Virgens! 21 Anos – 2008
  • Ninguém Beija Como As Lésbicas – 2009
  • Uma resposta to “VELHAS VIRGENS”

    1. Joyce Louback Says:

      A maior banda independente do Brasil é a NAÇÃO ZUMBI!! hahaha

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